Perguntas Frequentes

Respostas diretas sobre enquadramento jurídico, preços, implantação e o método do DIRECITY GOV — organizadas para o gestor, o procurador e a equipe técnica.

Jurídico e Contratação

Como o DIRECITY GOV se enquadra na Lei 14.133/2021 para uma contratação direta?
A plataforma tem registro de propriedade intelectual no INPI (nº BR512026003945-2) e Certidão de Software Exclusivo da ABES (nº 260602/45.740) — os documentos que a lei indica como ponto de partida para o enquadramento em inexigibilidade. Há precedentes públicos de contratação por inexigibilidade, disponíveis para consulta no PNCP. A avaliação final do enquadramento cabe sempre à assessoria jurídica de cada município.
O procurador do meu município vai aprovar o processo?

A análise jurídica compete ao órgão de assessoramento jurídico do município, observadas as competências legais da Administração.

Para facilitar essa análise, disponibilizamos documentação de apoio, como registro de software no INPI, documentação de titularidade ou exclusividade, quando aplicável, referências de contratações publicadas no PNCP e modelos orientativos de Termo de Referência, elaborados com base na Lei nº 14.133/2021.

Esses materiais ajudam a reduzir o trabalho de levantamento e organização das informações, sem substituir o planejamento da contratação, a justificativa técnica, a análise da viabilidade de competição e os demais requisitos legais.

Nosso compromisso é facilitar a instrução do processo, com transparência e segurança documental, respeitando integralmente a autonomia técnica e jurídica do município.

Quais reguladores o DIRECITY GOV ajuda a responder?
O DIRECITY GOV analisa inconsistências com base em dados oficiais de portais de transparência como AUDESP, SICONFI e PNCP, permitindo ao gestor agir de forma preventiva diante de apontamentos do TCE e do Ministério Público.
Consórcios e associações de municípios podem contratar em bloco?
Sim. Consórcios intermunicipais e associações podem contratar o diagnóstico de IEGM e Raio-X Financeiro em bloco para os municípios associados, o que sai mais barato por município do que uma contratação isolada. Veja a página Consórcios e Associações.

Financeiro

Quanto custa o DIRECITY GOV?
O licenciamento é indexado pelo porte populacional do município (referência IBGE), de R$ 9.900/mês (Porte I, até 20 mil habitantes) a R$ 44.900/mês (Porte XI, até 300 mil habitantes). Municípios do Porte XII recebem proposta sob análise técnica de escopo. Tabela completa em Preços.
Como funciona o setup de implantação?
O setup de implantação técnica equivale a duas mensalidades do plano contratado, cobrado de forma amortizada ou parcelada em até três parcelas sucessivas.
Quanto treinamento está incluso no contrato?
O setup contempla um pacote inicial de 8 horas de capacitação remota para municípios de Porte I e II, e 16 horas a partir do Porte III. Treinamento adicional é cobrado à parte (R$ 280/hora).
Existe garantia de retorno financeiro?
Sim. O compromisso público é que, se o raio-X de 30 dias não identificar mais recurso do que o custo do projeto ao longo do ano, o município não segue adiante — sem custo de saída.
Existe diagnóstico gratuito antes de qualquer contrato?
Sim. O Diagnóstico Gratuito de Governança Municipal, com raio-X de IEGM e alertas de risco, pode ser solicitado sem compromisso antes de qualquer contratação.

Técnico e Implantação

Minha equipe de TI tem só uma pessoa. O DIRECITY GOV funciona mesmo assim?
Sim. A plataforma não exige especialistas em infraestrutura de TI dentro da prefeitura. Os dados oficiais (AUDESP, SICONFI, PNCP) entram de forma automatizada e a implantação é assistida pela equipe da Ana Smart Solutions.
Como funciona o suporte depois da implantação?
O suporte segue o framework ITIL em 3 níveis: Nível 1 (Service Desk, incluso na licença), Nível 2 (Suporte Técnico para incidentes e infraestrutura, incluso na licença) e Nível 3 (Suporte Especializado sob demanda, em banco de horas, para novos módulos e adequação regulatória). Detalhes no Modelo de Suporte ITIL.
De onde vêm os dados analisados pela plataforma?
De fontes oficiais de transparência pública: AUDESP, SICONFI e PNCP.
A plataforma substitui a decisão do gestor ou do procurador?
Não. O DIRECITY GOV atua estritamente como ferramenta tecnológica de automação, cruzamento de dados públicos e suporte à decisão. Não substitui os atos administrativos discricionários, as decisões jurídicas das procuradorias locais nem a responsabilidade técnica e legal dos gestores públicos municipais.

Sobre a Plataforma

O que significa o método SABER, FAZER, PROVAR?
SABER é o radar contínuo de IEGM, ATRICON, índices constitucionais, riscos e despesas. FAZER é a Fábrica de Projetos, que transforma a necessidade identificada em projeto pronto (DFD, ETP, TR, fundamentação e viabilidade). PROVAR é a gestão de projetos e riscos até a colheita do resultado, com prestação de contas construída desde o primeiro dia.
O DIRECITY GOV substitui a minha equipe?
Não. A equipe é promovida: servidores passam a atuar como gestores de contrato, com capacitação contínua dentro da própria ferramenta.
Qual a diferença entre o DIRECITY GOV e uma consultoria tradicional?
Consultoria tradicional cobra por hora e entrega um relatório; o conhecimento vai embora com o fim do contrato. No DIRECITY GOV, a plataforma e o método ficam, cada projeto alimenta o próximo, e a Ana Smart Solutions assume co-responsabilidade pelo resultado.

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