Uma plataforma que apoia decisões de governo precisa provar o que fez, com quais dados e sob qual autorização. O DIRECITY GOV foi construído com essa premissa.
Cada registro pertence a um município, e as regras de acesso no banco de dados (Row Level Security) impedem que um município veja dados de outro.
Prefeito, secretário, equipe técnica e controladoria veem o que a sua função permite. O administrador do município define o que cada usuário acessa.
Senhas são armazenadas apenas em forma de hash, nunca em texto.
Cada login registra usuário, data, IP, dispositivo e resultado.
Cada pergunta, resposta e avaliação dos agentes fica guardada. É possível reconstituir o que foi recomendado e com qual base.
As respostas se apoiam em uma base de conhecimento com curadoria (legislação, regras dos tribunais, normas ISO), e cada conteúdo tem origem identificada.
A plataforma pode ser acessada por agentes de IA externos pelo protocolo MCP, autenticados por chave hash segura. A chave é individual, por usuário: o agente externo só acessa os dados do município daquele usuário, ou o que o administrador permitir, e nunca ganha acesso extra.
Documentos com efeito administrativo ou jurídico (ETP, TR, pareceres) são minutas para revisão humana.
Autorizar despesa, homologar licitação, assinar contrato e publicar ato oficial nunca são executados pela IA.
Ações automáticas só ocorrem quando o responsável autoriza, e ficam registradas.
Os dados pessoais na plataforma se limitam ao necessário para operar: identificação dos usuários e registros de acesso. A plataforma não trata dados pessoais sensíveis. O DIRECITY também tem módulo próprio de adequação à LGPD para o município: diagnóstico, inventário de tratamento e evidências.
Em trânsito (HTTPS) e em repouso.
Dados hospedados no Brasil.
Redundância, failover e backups, com política de backup e plano de continuidade próprios da plataforma.
Autenticação em dois fatores, que o município pode habilitar.
Registros guardados por no mínimo 5 anos.
Ao final do contrato, todos os dados do município são entregues à prefeitura. Não há aprisionamento tecnológico.
Os dados da plataforma são gerados por trabalho técnico, pela indexação de bases oficiais e pela curadoria de especialistas. A IA organiza e entrega esse conteúdo ao usuário; ela não cria dados. Os dados do município não são usados para treinar modelos de IA.
Não. A IA é usada para conduzir a experiência do usuário. O conteúdo vem de trabalho técnico, indexação de bases oficiais e curadoria de especialistas.
Não. Os dados são segregados por município no próprio banco de dados.
Sim. Acessos e interações com a IA ficam registrados por no mínimo 5 anos.
No Brasil, com criptografia, redundância, failover e backups.
Todos os dados do município são entregues à prefeitura. Não há dependência tecnológica.