O DIRECITY GOV reúne dez agentes de IA especializados em gestão pública. O senhor diz o que quer realizar. O Chefe de Gabinete Digital organiza o trabalho e distribui cada parte para o agente certo. A decisão continua sendo sua.
O senhor define o que quer realizar. Exemplo: “Quero melhorar a segurança das escolas municipais.”
O Chefe de Gabinete Digital monta o plano: o que já se sabe, o que falta e quais agentes entram.
Cada agente entrega sua parte em formato estruturado: escopo, fontes de recurso, custos, requisitos, documentos.
O senhor recebe uma proposta única, com alternativas, premissas e a fundamentação de cada recomendação.
Os agentes não “conversam livremente” entre si: trocam informações estruturadas e verificáveis. Por isso dá para saber de onde veio cada número e cada recomendação. Leia: da IA que responde à IA que ajuda a governar.
Organiza prioridades e coordena os demais agentes.
Conecta cada demanda ao plano de governo, ao PPA e ao PDTCI.
Estrutura alternativas, escopos e fases.
Identifica programas, emendas e convênios, com elegibilidade e prazos.
Apoia o planejamento conforme a Lei 14.133/2021.
Avalia custos, TCO, impacto e viabilidade.
Descobre o que pode ser compartilhado entre secretarias, normas e metas.
Verifica requisitos aplicáveis e lacunas.
Monitora indicadores e entregas.
Aponta a documentação que falta para comprovar.
Um agente de IA conduz cada usuário dentro da aplicação: explica telas, sugere o próximo passo e responde dúvidas sobre o módulo em uso. O secretário que entra pela primeira vez já sabe o que fazer.
O conteúdo usado pelos agentes vem de uma base de conhecimento com curadoria de especialistas: legislação, regras dos tribunais de contas, normas ISO de cidades, manuais oficiais e boas práticas validadas. Não há dado inventado. Cada interação fica registrada e pode receber avaliação do usuário, o que melhora as próximas respostas.
Os agentes são configurados de acordo com a arquitetura de tecnologia da prefeitura. Quando há ERP, sistema tributário ou outras ferramentas, o agente é adaptado para integrar com eles.
A plataforma pode ser acessada por agentes de IA externos pelo protocolo MCP (Model Context Protocol), com chave hash segura individual. A TI do município conecta seus próprios assistentes com as mesmas regras de acesso.
Os agentes usam os módulos do DIRECITY (PDTCI, PNCP Analytics, recursos e convênios, banco de projetos, riscos, Kanban) como uma só base, sem retrabalho entre telas.
| Nível | O que o DIRECITY faz |
|---|---|
| Consultar | Responde, pesquisa e explica. |
| Recomendar | Propõe alternativas fundamentadas. |
| Preparar | Gera minutas, análises e planos para revisão. |
| Executar com autorização | Cria tarefas e encaminha documentos quando o responsável aprova. |
Autorizar despesa, homologar licitação, assinar contrato e publicar ato oficial continuam sendo atos da autoridade competente. Veja como protegemos os dados do município.
Não. Eles fazem o trabalho de pesquisa, estruturação e conferência que hoje consome a equipe, para que ela use o tempo decidindo e executando.
Não. Os dados da plataforma são gerados por trabalho técnico, indexação de bases oficiais e curadoria de especialistas, e cada resposta indica sua fundamentação. Documentos com efeito jurídico passam por revisão humana.
Não. O DIRECITY é uma camada de inteligência acima dos sistemas que o município já usa, e os agentes são adaptados para integrar com eles.
É um protocolo aberto que permite a outros assistentes de IA usarem o DIRECITY de forma controlada, autenticados por chave hash segura individual, com as mesmas permissões do usuário.